O ingresso custa 6 euros e dá direito a umas quatro voltas na roda (antes de subir, perguntei pro atendente e ele respondeu que "são no mínimo duas, depende de mim!"). De lá de cima dá pra ver vários dos mais famosos pontos turísticos da cidade.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A roda gigante de Paris
A roda gigante de Paris, que nas temporadas anteriores era montada na Place de la Concorde, neste verão está no Jardin des Tuileries.
O ingresso custa 6 euros e dá direito a umas quatro voltas na roda (antes de subir, perguntei pro atendente e ele respondeu que "são no mínimo duas, depende de mim!"). De lá de cima dá pra ver vários dos mais famosos pontos turísticos da cidade.
La roue
Tuileries e a Torre no fundo
Louvre
Sacre-Coeur
O ingresso custa 6 euros e dá direito a umas quatro voltas na roda (antes de subir, perguntei pro atendente e ele respondeu que "são no mínimo duas, depende de mim!"). De lá de cima dá pra ver vários dos mais famosos pontos turísticos da cidade.
domingo, 19 de julho de 2009
Titre de séjour
Agora que já passou eu posso contar: até bem pouco tempo atrás eu estava ilegal na França. Olha que radical! Na verdade, como o Rafael tem nacionalidade portuguesa, eu como esposa tenho o "direito" de estar na Comunidade Européia, mas mesmo assim ser uma sans papier não é bem uma posição confortável. A culpa, devo dizer, não é minha. A empresa do senhor meu marido ficou responsável por dar entrada no processo assim que chegamos em Paris, mas por algum motivo obscuro eles esqueceram, ou não mandaram os papéis a tempo, sei lá.
Mas, finalmente, eu tenho a carteirinha do clube. Agora, eu faço parte do sistema. Oh.
Taí.

Aviso aos navegantes: se você caiu aqui por acaso, saiba que isto é um desabafo, não um guia de como tirar o titre de séjour. Mas eu sou legal e dou um link útil:
http://vosdroits.service-public.fr/particuliers/N20306.xhtml?&n=Etranger%20-%20Europe&l=N19804
Mas, finalmente, eu tenho a carteirinha do clube. Agora, eu faço parte do sistema. Oh.
Taí.

Aviso aos navegantes: se você caiu aqui por acaso, saiba que isto é um desabafo, não um guia de como tirar o titre de séjour. Mas eu sou legal e dou um link útil:
http://vosdroits.service-public.fr/particuliers/N20306.xhtml?&n=Etranger%20-%20Europe&l=N19804
sábado, 18 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Franglish
Aconteceu outro dia, sem eu perceber.
Outras pessoas que moram por aqui já tinham me contado que, em dado momento do aprendizado do francês, elas começaram a misturar esta língua com o previamente aprendido inglês. Eu achava que não ia acontecer comigo, porque minhas primeiras aulas de inglês e francês foram mais ou menos na mesma época, na escola, quando eu era pequena ainda. Embora mais tarde eu só tenha levado o inglês adiante, achei que o meu cérebro tinha criado caixinhas diferentes pra cada idioma. Engano meu.
Foi em frente à seção de queijos do supermercado. Eu tentava decidir qual queijo levar quando um americano me perguntou, em inglês, se o queijo que ele tinha escolhido era bom pra beber com determinado vinho. Não sou especialista nem numa coisa nem na outra, mas eu sabia que aquele queijo, o chevre, era um pouco forte para acompanhar o vinho branco e frutado que ele levava, e mostrei outra opção de queijo. Ao lembrar de uma terceira opção, peguei o pacote e soltei:
– But you could also take this one, si vous voulez.
Ele pegou um dos queijos e me agradeceu falando merci, merci, mademoiselle. Passei por francesa, sem querer, por causa de uma traquinagem dos meus neurônios.
Outras pessoas que moram por aqui já tinham me contado que, em dado momento do aprendizado do francês, elas começaram a misturar esta língua com o previamente aprendido inglês. Eu achava que não ia acontecer comigo, porque minhas primeiras aulas de inglês e francês foram mais ou menos na mesma época, na escola, quando eu era pequena ainda. Embora mais tarde eu só tenha levado o inglês adiante, achei que o meu cérebro tinha criado caixinhas diferentes pra cada idioma. Engano meu.
Foi em frente à seção de queijos do supermercado. Eu tentava decidir qual queijo levar quando um americano me perguntou, em inglês, se o queijo que ele tinha escolhido era bom pra beber com determinado vinho. Não sou especialista nem numa coisa nem na outra, mas eu sabia que aquele queijo, o chevre, era um pouco forte para acompanhar o vinho branco e frutado que ele levava, e mostrei outra opção de queijo. Ao lembrar de uma terceira opção, peguei o pacote e soltei:
– But you could also take this one, si vous voulez.
Ele pegou um dos queijos e me agradeceu falando merci, merci, mademoiselle. Passei por francesa, sem querer, por causa de uma traquinagem dos meus neurônios.
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Feitiço do tempo
A rotina de ter que acordar cedo pra ir trabalhar é fogo. Cinco vezes por semana o despertador toca naquela mesma hora, com o mesmo barulhinho, e a mesma sensação de saco cheio se abate todos os dias – os privilegiados que gostam de acordar cedo que me desculpem. Isso acontece até que chega o fantástico final de semana, época de desligar o alarme e dormir até quando bem se entende.Mas quando eu estou no navio não tem essa não. Meu celular desperta todo santo dia pro trabalho e eu nem preciso pegar metrô pra chegar nele, é só andar alguns metros e pronto... já é! Final de semana tá incluso, bem como os feriados. Estou preso no mesmo dia, vendo sempre as mesmas pessoas pelos corredores, dando salut e ça va. Conversando com a galera de lá, chegamos à conclusão: estamos no Dia da Marmota! Só falta eu enfiar o pé na mesma poça ou dar de cara com o mesmo vendedor de seguros todos os dias.
Lendo no site do IMDB, vi que a idéia inicial do diretor era deixar o protagonista embarc... preso no mesmo dia por 10.000 anos! Mais tarde ele disse que acreditava terem se passado “apenas” uns 10 anos. Bom, eu fico no navio só por cinco semanas, mas me identifiquei com o paralelo.
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Le 14 Juillet
Em 14 de julho de 1789, os franceses saíram pelas ruas protestando contra o regime monárquico e acabaram por invadir a Bastilha, prisão que simbolizava o Absolutismo real. O povo libertou os presos que ali estavam, derrubou a fortaleza e assim começou a Revolução Francesa.
Queda da Bastilha (fonte: Wikipedia)
Em 14 de Julho de 2009, os franceses saíram pelas ruas em direção ao Champ de Mars para ver o show do Johnny Hallyday, que é assim, mais ou menos o Roberto Carlos francês. Acrescente a isto a comemoração dos 120 anos da Torre Eiffel e voilà, eis a grande queima de fogos do 14 de julho.
Vimos da casa da Joana e do Marc, que tem uma vista absurda da Torre.
Ainda no Champ de Mars: aquele na telinha é o Johnny Hallyday
Vai começar...
Fogos de artifício
Mais fogos de artifício
Nós
Queda da Bastilha (fonte: Wikipedia)Em 14 de Julho de 2009, os franceses saíram pelas ruas em direção ao Champ de Mars para ver o show do Johnny Hallyday, que é assim, mais ou menos o Roberto Carlos francês. Acrescente a isto a comemoração dos 120 anos da Torre Eiffel e voilà, eis a grande queima de fogos do 14 de julho.
Vimos da casa da Joana e do Marc, que tem uma vista absurda da Torre.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Chartres
Uma das vantagens de morar em Paris é que dá pra fazer várias viagens curtas, de um dia. No fim do mês passado, quando mamãe ainda estava aqui, fomos passar um dia em Chartres.
Chartres fica na região Centre, logo abaixo de Île-de-France, e está a uma distância de 90 km de Paris. O trem, que sai da Gare Montparnasse, faz o trajeto em aproximadamente uma hora.
A Catedral de Chartres, que é a maior catedral gótica da Europa, é a principal atração da cidade. A catedral românica original começou a ser construída em 1020, mas um incêndio em 1194 deixou em pé somente as torres norte e sul, a fachada oeste, o campanário sul e a cripta. Todo o resto foi reconstruído nos vinte e cinco anos seguintes. A Catedral também tem uma famosa coleção de vitrais que retrata passagens bíblicas e cenas do cotidiano do século XIII. Durante as guerras, eles foram cuidadosamente desmontados e guardados em lugar seguro.
Outro destaque da Catedral de Chartres é o labirinto de pedra desenhado no chão, característico de igrejas medievais. São 262 metros de caminho feito em círculos concêntricos, representando a Via-Crúcis.
Catedral
Labirinto
Vitrais
Chartres fica na região Centre, logo abaixo de Île-de-France, e está a uma distância de 90 km de Paris. O trem, que sai da Gare Montparnasse, faz o trajeto em aproximadamente uma hora.
A Catedral de Chartres, que é a maior catedral gótica da Europa, é a principal atração da cidade. A catedral românica original começou a ser construída em 1020, mas um incêndio em 1194 deixou em pé somente as torres norte e sul, a fachada oeste, o campanário sul e a cripta. Todo o resto foi reconstruído nos vinte e cinco anos seguintes. A Catedral também tem uma famosa coleção de vitrais que retrata passagens bíblicas e cenas do cotidiano do século XIII. Durante as guerras, eles foram cuidadosamente desmontados e guardados em lugar seguro.
Outro destaque da Catedral de Chartres é o labirinto de pedra desenhado no chão, característico de igrejas medievais. São 262 metros de caminho feito em círculos concêntricos, representando a Via-Crúcis.
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sábado, 11 de julho de 2009
Provence-Alpes-Côte d'Azur: parte 2
De Turim, pegamos de volta a direção da França e entramos mais uma vez na região da Provence. A estrada do interior é tão bonita quanto a do litoral. Vimos montanhas com topo nevado, rios de degelo, um lago imenso, paisagens diferentes, cidadezinhas lindas. O objetivo era ver os campos de lavanda de Valensole, mas quase não conseguimos chegar a tempo de fotografar com sol, porque paramos várias vezes em vários lugares!
Montanhas nevadas
Montgenèvre
Lac de Serre-Ponçon
Tallard
Sisteron
Les Pénitents des Mées
Valensole
A Provence fornece cerca de 80% de toda a lavanda produzida no mundo, e boa parte dessa porcentagem sai de Valensole. A cultura da lavanda foi introduzida ali no século XIX e desde então é a principal fonte de renda da região. Segundo este site, há vários outros centros de plantação de lavanda entre Alpes de Haute Provence e Vaucluse:
- Le Pays d'Apt et du Luberon (Apt, Caseneuve, Viens, Ste Croix de Lauze, Carniol Lagarde d'Apt, St Christol, Gordes, Roussillon, Saignon)
- Le Pays de Sault et du Ventoux (Bedoin, Monieux, Sault St Trinit, Aurel)
- Le Pays de Forcalquier et la Montagne de Lure (Banon, Simiane la Rotonde, St Etienne les Orgues, Mane, Lurs)
- Le Pays de Digne (Digne, Mézel, Thoard)
- Le Pays du Verdon et le plateau de Valensole (Valensole, Riez, Allemagne en Provence, St Jurs Moustiers Sainte Marie, St André Les Alpes, La Mure-Argens, Puimoisson)
A melhor época para ver os campos floridos é nos meses de julho e agosto, antes do final da colheita em setembro. A paisagem parece saída de um sonho: lilás a perder de vista, casinhas provençais ao longe, um cheirinho suave no ar.
Valensole
Lavanda
Casa provençal
Todo mundo
De Valensole, fomos direto pra Marseille e no dia seguinte pegamos o trem de volta para Paris. Nem o incidente de Nice conseguiu estragar a viagem, que foi uma das rotas mais bonitas que eu já fiz.
Até a próxima!
Valensole
A Provence fornece cerca de 80% de toda a lavanda produzida no mundo, e boa parte dessa porcentagem sai de Valensole. A cultura da lavanda foi introduzida ali no século XIX e desde então é a principal fonte de renda da região. Segundo este site, há vários outros centros de plantação de lavanda entre Alpes de Haute Provence e Vaucluse:
- Le Pays d'Apt et du Luberon (Apt, Caseneuve, Viens, Ste Croix de Lauze, Carniol Lagarde d'Apt, St Christol, Gordes, Roussillon, Saignon)
- Le Pays de Sault et du Ventoux (Bedoin, Monieux, Sault St Trinit, Aurel)
- Le Pays de Forcalquier et la Montagne de Lure (Banon, Simiane la Rotonde, St Etienne les Orgues, Mane, Lurs)
- Le Pays de Digne (Digne, Mézel, Thoard)
- Le Pays du Verdon et le plateau de Valensole (Valensole, Riez, Allemagne en Provence, St Jurs Moustiers Sainte Marie, St André Les Alpes, La Mure-Argens, Puimoisson)
A melhor época para ver os campos floridos é nos meses de julho e agosto, antes do final da colheita em setembro. A paisagem parece saída de um sonho: lilás a perder de vista, casinhas provençais ao longe, um cheirinho suave no ar.
De Valensole, fomos direto pra Marseille e no dia seguinte pegamos o trem de volta para Paris. Nem o incidente de Nice conseguiu estragar a viagem, que foi uma das rotas mais bonitas que eu já fiz.
Até a próxima!
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Itália: Turim
Saímos da estrada do litoral e pegamos o caminho em direção a Turim, na região do Piemonte. Não é perto. De Imperia até Turim foram aproximadamente 200 km indo em direção norte, ou seja, o desvio mais longo da viagem.
Por que? Ora, porque os homens queriam ir na capital italiana do automóvel!
Nos perdemos várias vezes antes de conseguirmos chegar à Piazza San Carlo, onde ficava o nosso hostel. Enfim, descobrimos a direção, mas também descobrimos que não era permitido entrar de carro na área do centro histórico – e isso depois de termos entrado e visto as placas dizendo que somente carros autorizados podiam circular no horário comercial e que os outros que tentassem seriam multados. Ops! Mas a solução foi boa: entramos num estacionamento subterrâneo que se revelou imenso, cobrindo praticamente todo o centro histórico, e paramos pertinho do hostel.
Muitas coisas para ver em Turim.
A Piazza San Carlo com sua arquitetura barroca e as igrejas gêmeas de San Carlo e Santa Cristina é um bom ponto de partida. No centro dessa praça está a estátua do Duque Emanuele Filiberto, que é um símbolo da cidade. Conta a lenda que foi ali, num dos caros cafés da Piazza San Carlo que o drink conhecido como vermouth, ou vermute, foi inventado.
A Via Roma, uma linda e larga avenida que começa na Stazione Porta Nuova e termina na Piazza Castelo, passa por essa praça onde ficamos hospedados. A boa é seguí-la em direção norte, onde se encontram vários outros pontos turísticos, como o Palazzo Carignano, um dos principais prédios barrocos da cidade e que hoje é sede do Museo Nazionale del Risorgimento. Ou o Palazzo Madama, que é metade medieval, metade barroco. Ou o Palazzo Reale, que serviu à família real Savoy de 1660 até a reunificação da Itália em 1861. Ou a Porta Palatina, um portal do século I A.C. Ou o Duomo, a igreja que guarda o polêmico Santo Sudário de Turim. Ou as várias piazzas espalhadas pelo centro. Opção não falta.
Fora do centro histórico, um lugar bacana de ir é o Museo Nazionale dell'Automobile. A exposição L'Evoluzione dell'Automobile tem vários carros antigos e novos, modelos, protótipos. Ferraris, Fiats, Bugattis, Maseratis, Lancias. Enfim, um paraíso para seres humanos do sexo masculino.
Igrejas da Piazza San Carlo
Duque Emanuele Filiberto
Palazzo Carignano
Palazzo Madama em obra
Palazzo Reale
Via Roma
Santo Sudário
Porta Palatina
Fórmula 1 na exposição L'Evoluzione dell'Automobile
Rolls-Royce, desde sempre um dos carros mais luxuosos do mercado
Produzido em 1935, esse carro parece com uma turbina de avião
Por que? Ora, porque os homens queriam ir na capital italiana do automóvel!
Nos perdemos várias vezes antes de conseguirmos chegar à Piazza San Carlo, onde ficava o nosso hostel. Enfim, descobrimos a direção, mas também descobrimos que não era permitido entrar de carro na área do centro histórico – e isso depois de termos entrado e visto as placas dizendo que somente carros autorizados podiam circular no horário comercial e que os outros que tentassem seriam multados. Ops! Mas a solução foi boa: entramos num estacionamento subterrâneo que se revelou imenso, cobrindo praticamente todo o centro histórico, e paramos pertinho do hostel.
Muitas coisas para ver em Turim.
A Piazza San Carlo com sua arquitetura barroca e as igrejas gêmeas de San Carlo e Santa Cristina é um bom ponto de partida. No centro dessa praça está a estátua do Duque Emanuele Filiberto, que é um símbolo da cidade. Conta a lenda que foi ali, num dos caros cafés da Piazza San Carlo que o drink conhecido como vermouth, ou vermute, foi inventado.
A Via Roma, uma linda e larga avenida que começa na Stazione Porta Nuova e termina na Piazza Castelo, passa por essa praça onde ficamos hospedados. A boa é seguí-la em direção norte, onde se encontram vários outros pontos turísticos, como o Palazzo Carignano, um dos principais prédios barrocos da cidade e que hoje é sede do Museo Nazionale del Risorgimento. Ou o Palazzo Madama, que é metade medieval, metade barroco. Ou o Palazzo Reale, que serviu à família real Savoy de 1660 até a reunificação da Itália em 1861. Ou a Porta Palatina, um portal do século I A.C. Ou o Duomo, a igreja que guarda o polêmico Santo Sudário de Turim. Ou as várias piazzas espalhadas pelo centro. Opção não falta.
Fora do centro histórico, um lugar bacana de ir é o Museo Nazionale dell'Automobile. A exposição L'Evoluzione dell'Automobile tem vários carros antigos e novos, modelos, protótipos. Ferraris, Fiats, Bugattis, Maseratis, Lancias. Enfim, um paraíso para seres humanos do sexo masculino.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Itália: Sanremo, Taggia e Imperia
Saímos de Mônaco e entramos mais uma vez na França, na cidade de Menton, para só então chegarmos em território italiano. Esse cantinho noroeste da Itália chama-se Ligúria, uma região delimitada pelas montanhas dos Alpes e dos Apeninos de um lado e o mar do outro. Seu litoral é conhecido como riviera italiana, dividida entre a Riviera di Ponente, à oeste de Gênova, capital da região, e a Riviera di Levante, à leste. Nesta viagem conhecemos somente a Riviera di Ponente.
Sanremo
Sanremo, ou San Remo, é um dos balneários mais famosos da Itália. Tem um cassino, praias e um centro histórico com construções e ruínas romanas. Como a maioria das cidades de litoral, tem uma história conturbada e marcada por invasões, trocas constantes de poder, batalhas.
Dito assim, parece super interessante. Mas confesso que Sanremo foi um choque pra mim. A cidade é mal conservada, com cara de velha. As praias não têm nada de especial, e as partes que são mais bonitas estão loteadas entre bares e restaurantes que cobram entrada. Peraí, poxa, a praia não deveria ser pública?
A parte antiga, que geralmente é a parte charmosa das cidades históricas, também não chama atenção. A área do Cassino é a única parte nova e enfeitada em Sanremo.
O trânsito é uma atração à parte, com antigos ônibus elétricos quase saindo do trilho, muitos carros e milhares de motos e lambretas. Todo mundo fazendo merda, naturalmente. Achei que a coisa mais interessante que eu ia ver lá era um acidente e italianos gritando de maneira engraçada, mas nem isso.
Uma praia de Sanremo
Cassino
Taggia
Logo depois de Sanremo, encontramos uma cidadezinha chamada Taggia. Esta, sim, tinha uma praia mais legal, ruas fofas e aquele clima da riviera italiana imaginada.
Vista da praia de Taggia
Taggia
Imperia
A cidade de Imperia é a capital da região de Imperia. Também tem uma praia mais legal que a de Sanremo, embora também tenha vários restaurantes loteando a praia. Almoçamos nesta cidade, degustando pratos de massa com frutos do mar. Delícia!
Sanremo
Sanremo, ou San Remo, é um dos balneários mais famosos da Itália. Tem um cassino, praias e um centro histórico com construções e ruínas romanas. Como a maioria das cidades de litoral, tem uma história conturbada e marcada por invasões, trocas constantes de poder, batalhas.
Dito assim, parece super interessante. Mas confesso que Sanremo foi um choque pra mim. A cidade é mal conservada, com cara de velha. As praias não têm nada de especial, e as partes que são mais bonitas estão loteadas entre bares e restaurantes que cobram entrada. Peraí, poxa, a praia não deveria ser pública?
A parte antiga, que geralmente é a parte charmosa das cidades históricas, também não chama atenção. A área do Cassino é a única parte nova e enfeitada em Sanremo.
O trânsito é uma atração à parte, com antigos ônibus elétricos quase saindo do trilho, muitos carros e milhares de motos e lambretas. Todo mundo fazendo merda, naturalmente. Achei que a coisa mais interessante que eu ia ver lá era um acidente e italianos gritando de maneira engraçada, mas nem isso.
Taggia
Logo depois de Sanremo, encontramos uma cidadezinha chamada Taggia. Esta, sim, tinha uma praia mais legal, ruas fofas e aquele clima da riviera italiana imaginada.
Imperia
A cidade de Imperia é a capital da região de Imperia. Também tem uma praia mais legal que a de Sanremo, embora também tenha vários restaurantes loteando a praia. Almoçamos nesta cidade, degustando pratos de massa com frutos do mar. Delícia!
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