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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Um dia em Fontainebleau
Não sei se é uma unanimidade, mas parece que franceses gostam de fazer trilha. Até aqui nenhuma novidade, porque conheço muito brasileiro que curte também. Só que no lado de cá do Atlântico, o povo gosta de fazer caminhadas por fazer; não pra chegar em algum lugar, e sim pelo simples fato de caminhar e apreciar o entorno. De onde eu venho, a gente aprecia o caminho e tal, mas a trilha geralmente leva a algum lugar: uma praia, uma cachoeira, uma vista. Eles não. Andam por andar.
A Gi já tinha me contado essa peculiaridade e algumas experiências pessoais nesse sentido, e na semana passada acabamos indo conferir o lance ao vivo. Nove da manhã de domingo, lá fomos nós pra Fontainebleau fazer uma caminhada no meio da floresta com a Gi, o Pierre e vários amigos franceses deles. O objetivo, claro, não era chegar numa cachoeira, e sim em algum lugar onde pudéssemos sentar e fazer um piquenique. Tá bom, pelo menos é um objetivo.
A pesquisa prévia sobre o local também me ajudou a achar uma graça a mais no passeio, pois descobri que Fontainebleau foi frequentada por diversos reis e imperadores no decorrer da história. Baseados no Château de Fontainebleau, várias gerações de Louis, François, Charles e até um ou dois Napoleões andaram e caçaram ali pela floresta, colocando a região no mapa de locais interessantes da França. Além disso, vários artistas como Corot, Monet, Renoir, Sisley e Cézanne também se encantaram com o local, imortalizando a natureza de Fontainebleau em suas telas.
Monet, The bodmer oak (1865)
Corot, Fontainebleau: Oak trees at Bas-Bréau (1832)
A floresta é bem diferente daquela que nós, brasileiros, conhecemos – eu, por exemplo, nunca tinha feito uma trilha fora dos domínios da Mata Atlântica. É formada principalmente de carvalhos, pinheiros e faias, além de muitas pedras grandes e pequenas que fazem a alegria dos escaladores de plantão. Bichos, não vimos nenhum, mas passamos por vários buracos feitos por javalis.
A trilha que fizemos era super fácil, poucas subidas e poucos obstáculos. Cada uma das trilhas é sinalizada com uma cor, e foi só seguir as marcações azuis para acharmos nosso caminho. Em determinado ponto, paramos numas pedras pra fazer o nosso piquenique, descansamos um pouco e voltamos a andar, andar, andar... no final, fomos para o castelo e passeamos um pouco por lá. No final do dia, estávamos exaustos, mas valeu a pena.
Rafael, Pierre e a floresta ficando laranja por causa do outono
Franceses perdidos
Piquenique nas pedras
Super prático comer assim, Rafael!
Esse boxer era de uma galera que estava praticando escalada perto da gente
Château de Fontainebleau
A Gi já tinha me contado essa peculiaridade e algumas experiências pessoais nesse sentido, e na semana passada acabamos indo conferir o lance ao vivo. Nove da manhã de domingo, lá fomos nós pra Fontainebleau fazer uma caminhada no meio da floresta com a Gi, o Pierre e vários amigos franceses deles. O objetivo, claro, não era chegar numa cachoeira, e sim em algum lugar onde pudéssemos sentar e fazer um piquenique. Tá bom, pelo menos é um objetivo.
A pesquisa prévia sobre o local também me ajudou a achar uma graça a mais no passeio, pois descobri que Fontainebleau foi frequentada por diversos reis e imperadores no decorrer da história. Baseados no Château de Fontainebleau, várias gerações de Louis, François, Charles e até um ou dois Napoleões andaram e caçaram ali pela floresta, colocando a região no mapa de locais interessantes da França. Além disso, vários artistas como Corot, Monet, Renoir, Sisley e Cézanne também se encantaram com o local, imortalizando a natureza de Fontainebleau em suas telas.
Monet, The bodmer oak (1865)
Corot, Fontainebleau: Oak trees at Bas-Bréau (1832)A floresta é bem diferente daquela que nós, brasileiros, conhecemos – eu, por exemplo, nunca tinha feito uma trilha fora dos domínios da Mata Atlântica. É formada principalmente de carvalhos, pinheiros e faias, além de muitas pedras grandes e pequenas que fazem a alegria dos escaladores de plantão. Bichos, não vimos nenhum, mas passamos por vários buracos feitos por javalis.
A trilha que fizemos era super fácil, poucas subidas e poucos obstáculos. Cada uma das trilhas é sinalizada com uma cor, e foi só seguir as marcações azuis para acharmos nosso caminho. Em determinado ponto, paramos numas pedras pra fazer o nosso piquenique, descansamos um pouco e voltamos a andar, andar, andar... no final, fomos para o castelo e passeamos um pouco por lá. No final do dia, estávamos exaustos, mas valeu a pena.
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